Raiva ou amor; frustração ou gratidão, fé ou desânimo!
31 março 2018 |
Compartilhe:

Estar sob o efeito desses sentimentos gera efeito negativo ou positivo, leva à doença ou fortalece o sistema imunológico. O que pensamos e sentimos não age apenas nas emoções, mas rege a parte física, química e hormonal do nosso organismo. Dentre os sentimentos mais prejudiciais estão o rancor, a raiva, o ódio e a frustração. Já a fé, o otimismo, a felicidade e a gratidão têm o poder de nos mover para o bem não só espiritual como corporal.

A gratidão, para citar um exemplo, foi tema de estudo na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. Os pesquisadores confirmam que sentir-se grato provoca mudanças no cérebro e traz benefícios. Participaram do estudo 43 voluntários. Todos passavam por terapia para tratar depressão e ansiedade. Deste grupo, 22 pessoas participaram ainda da “Sessão de gratidão”. Elas escreviam cartas que descreviam a gratidão para o destinatário.

Passados três meses, os voluntários passaram por um escaneamento cerebral. Enquanto faziam o exame, elas viam fotos de pessoas que teriam feito doações para a pesquisa e precisavam agradecê-las. Quem tinha escrito as cartas na “sessão de gratidão” teve mais atividade cerebral nas áreas relacionadas à gratidão e esse efeito de sentir-se grato e feliz mostrou-se duradouro, como se o cérebro se recordasse dele agisse assim. É a gratidão gerando gratidão.

Tem também uma pesquisa publicada pela Associação Psicológica Americana que atesta que a gratidão faz bem ao coração. Pacientes com problemas cardíacos assintomáticos tiveram diminuição dos níveis de marcadores inflamatórios no corpo após passar pela atividade de escrever um diário de gratidão durante oito semanas. (Fonte: Instituto Salgado de Saúde Integral)

O que você vai expressar hoje?

 

Tatiane Delbrück – Fisioterapeuta