Ibirubá
Adote uma lixeira tem boa adesão do público
2 setembro 2019 | Ibirubá
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Visando contribuir com a estética municipal, preservar o meio ambiente e buscar uma melhor eficiência do recolhimento de lixo na cidade, a Administração Municipal instituiu o Programa “Adote uma Lixeira”

A Câmara Municipal de Vereadores aprovou em maio de 2018, como o Projeto de Lei do Legislativo Municipal nº 010/2018, de autoria da vereadora Jaqueline Winsch (PP), atual secretária da Assistência Social, e então partiu para o Poder Executivo, aonde foi sancionado como a Lei Municipal nº 2.781, de 02/08/2018.

A lei instituiu o programa “Adote Uma Lixeira”, no qual o Município poderá estabelecer parcerias com empresas privadas, entidades sociais, ou pessoas físicas interessadas em financiar a aquisição e manutenção de lixeiras nos logradouros públicos, com direito a publicidade.

Os objetivos, preservar a limpeza, garantir o bom estado de conservação das áreas de lazer e logradouros públicos em geral, aumentar o número de lixeiras na cidade, incentivar a reciclagem e melhoria da limpeza pública municipal e reduzir as despesas do município com a instalação e manutenção das lixeiras públicas. Desde a adesão do programa, algumas entidades e empresas já aderiram, como o Lions, Corsan e Prefeitura.

Ação

Para Jaqueline, proponente do projeto, “O adote uma lixeira é uma forma de reforçar o compromisso do cidadão a fazer a separação do lixo e contribuir para facilitar o trabalho da associação de catadores, que muitas vezes recebe o lixo todo misturado”.

“O objetivo do projeto é substituir as lixeiras públicas, padronizá-las e, o mais importante, contribuir com separação do lixo, além de reforçar o trabalho pedagógico do município e a responsabilidade de todos, sobre a questão. Além disso, o projeto proporciona a empresas e instituições contribuir.

As lixeiras a serem adquiridas devem estar em conformidade com a legislação municipal, especialmente quanto ao uso do solo urbano, posturas e gestão de resíduos sólidos, e localizar-se em locais desimpedidos ao acesso dos funcionários da coleta. Ela deve impedir o vazamento de resíduos e não comprometer a livre circulação de pessoas e veículos.

Custos

Os custos relativos à aquisição e à manutenção das lixeiras são de inteira exclusividade das empresas provadas, entidades sociais, ou pessoas físicas parceiras deste programa e são vedadas propagandas de marcas de cigarro, bebidas, que atentem ao pudor, sigla de partido político, seitas religiosas e nomes de detentores de cargos eletivos ou de candidatos. O custo médio é de R$ 450.

Outros municípios adotaram a ideia há mais tempo e enxergam os resultados como positivos, consequentemente atendendo expectativas e objetivos do projeto. “É mais uma ação, dentre tantas outras, que busca contribuir a preservação do meio ambiente e melhore a coleta seletiva, de uma forma que faça o cidadão lembrar de fazer a seleção do seu lixo.” finalizou Jaqueline.

Quem tem interesse pode procurar Jaqueline na SMTASH ou a Secretaria de Obras.

 

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