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Cinco filmes sobre auto aceitação para passar um fim de ano de bem consigo mesmo
17 dezembro 2018 | Entretenimento
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Ano novo, vida nova. Os dizeres podem não até ser levados ao pé da letra, mas esta época do ano é, sem dúvidas, vista como uma grande oportunidade para a renovação de energias. De acordo com Heloísa Capelas, especialista em inteligência emocional e diretora do Centro Hoffman, o primeiro passo para essa mudança pode estar em algo muito simples: a auto aceitação.

“Antes de mais nada, precisamos estar bem com nós mesmos, sabendo o que temos como pontos positivos e refletindo sobre os aspectos que devemos melhorar. Isso nos auxilia em qualquer tipo de progresso em nossa vida”, afirma a especialista.

Pensando justamente nisso e na época de recesso de fim de ano, Heloísa separou cinco filmes para que as pessoas se inspirem e busquem, cada vez mais, a auto aceitação. Veja abaixo:

Felicidade por um fio

Disponível no Netflix, o filme é uma reflexão importante sobre auto imagem, preconceitos e autopreconceitos. Vivemos em um mundo de aparência, no qual precisamos, a todo momento, provar nosso valor e atender as expectativas do nosso entorno. A história mostra que, quando acreditamos que não somos adequados, vivemos um mundo de solidão e medo, mas, quando nos apropriamos de quem somos, valorizamos o que realmente importa e podemos nos posicionar e realizar o nosso melhor.

Extraordinário

De acordo com Heloísa, este filme nos pede uma reflexão do que é normal e bonito. Costumamos ter muito medo da mudança e pessoas que são diferentes nos assustam. Temos a tendência de repudia-las, quer sejam feias ou estranhas, julgamos a partir da superficialidade e hipocrisia. O que explica este comportamento é, simplesmente, o medo. “Tendemos a nos esconder, esconder o que acreditamos que será julgado como inapropriado e, além disso, queremos que o outro faça a mesma coisa. Com nosso comportamento, o excluímos para que entenda que passar despercebido é a melhor alternativa – quando isso não é verdade”, explica.

O Rei do Show

O musical, protagonizado por Hugh Jackman, retrata o quanto nossa infância de abandono, humilhação e não reconhecimento impactam nossa vida adulta. Crescemos acreditando que não temos valor e partimos para prová-lo, custe o que custar. No entanto, assumir quem nós somos com todo o nosso bem e com todo o nosso mal é o que nos trará amor próprio e capacidade de sermos nós mesmos, sem disputa, arrogância e insatisfação.

As vantagens de ser invisível

Para assistir ao lado da família, este filme ajuda os pais a entenderem melhor o que se passa no universo de seus filhos adolescentes. Isso porque acompanha a história de um adolescente supertímido que, depois de conhecer dois irmãos “aventureiros”, passa a viver novas experiências.

Reaprendendo a amar

Para encantar aos mais velhos, “Reaprendendo a amar” conta a história de uma senhora que, após perder a companhia de seu cachorro, percebe que há muito mais para viver e para fazer antes de morrer. De acordo com Heloísa, trata-se de uma reflexão sobre como envelhecer de uma forma melhor ou, pelo menos, diferente do que costumamos acreditar. (Centro Hoffman/www.economidia.com.br)