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Cobrança de taxas no cemitério geram polêmica em Tapera
11 novembro 2017 | Geral
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O Cemitério de Tapera é dividido em três administrações: municipal, da Igreja Evangélica Luterana e da Igreja Católica. Com mais de 50 anos de existência e em torno de 15 anos sem melhorias, começa a apresentar problema de espaço, desgaste por conta das intempéries e a necessidade de cuidados, segundo o padro Oswaldo Baptista Ferreira Júnior e Vitor Marasca, presidente da Comunidade Católica da Igreja Nossa Senhora do Rosário da Pompeia. A decisão de investir em melhorias e o planejamento de ampliar o espaço para sepultamentos, dividem opiniões.

Na primeira etapa de obras foram colocados em funcionamento os banheiros, plantadas flores, grama e colocados bancos. Uma limpeza geral também foi realizada.

A prioridade é a ampliação da área útil do cemitério. Segundo o Padre Oswaldo, 200 metros de terra foram doados aos fundos, mas não seria o suficiente.

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Para formar um caixa que cubra as despesas com a manutenção do cemitério e a aquisição de terras, foram criadas taxas: R$ 200 para sepultamentos e R$ 500 para quem tem de adquirir terreno.

A administradora desta ala em questão, a Igreja Católica, garante o padre, nunca vendeu terrenos – mas eles são sim comercializados por outras pessoas, como qualquer bem.

Segundo Vitor e o padre, outros municípios também realizam cobrança para a manutenção dos cemitérios.