Delegada responde dúvidas sobre o sequestro de Isadora
22 março 2020 |
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Foto: Arquivo

Após a Polícia prender os indivíduos responsáveis pelo sequestro de Isadora Heinrich, a reportagem do Jornal Visão Regional entrou em contato com a Delegada Diná Rosa Aroldi para esclarecer algumas dúvidas.


Como chegaram até os sequestradores?

­- Chegamos até os sequestradores por meio de uma investigação, que envolveu quarenta policiais.

Sexta feira chegou um helicóptero, eram investigadores, de onde eram?

Sim, o helicóptero trouxe uma equipe de investigadores de Porto Alegre para auxiliar na investigação. Além deles, também participaram polícias da região de Erechim e Cruz Alta.

Eles pediram algum resgate?

– Sim.

Por que levar a Isadora?

Ainda não sabemos, esta será a nossa segunda etapa da investigação. Sabemos que os sequestradores não eram os mesmos meliantes que praticaram o furto.

O que foi subtraído?

Foi subtraído a caminhonete, Mitsubishi Pajero, um talão de cheques e mil reais em espécie.

Quantos foram presos?

– Até o momento foram três presos.

É provável que os meliantes estavam monitorando a família do Carlos?

– Ainda não sabemos, mas vamos trabalhar com todas as possibilidades.

A equipe do Jornal Visão Regional parabeniza a toda equipe policial que trabalhou no caso, com persistência e determinação, para que Isadora voltasse para casa bem. Parabéns delegada e equipe.

O caso:

Por volta de 0h50min de sexta-feira (20), bandidos chegaram em uma S-10 Branca e invadiram a residência de Carlos Roberto Henrich, e fizeram reféns ele, sua esposa e filha. Os meliantes roubaram um talão de cheques e pegaram a filha de Carlos, Isadora Heinrich, de 19 anos, como refém. A caminhonete da família, uma Mitsubishi cor branca de placas IVK-7D84, também foi levada. A caminhonete levada no assalto foi localizada por moradores, posteriormente em uma lavoura em Linha Coronel Gervásio, Tapera.