Ibirubá Saúde
É possível ser feliz sem educar a emoção?
28 janeiro 2019 | Ibirubá Saúde
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O papel da educação emocional na gestão dos desafios de vida e  na habilidade para ser feliz.

Ao iniciar um novo ano, ao celebrarmos um aniversário e em vários outros momentos de vida renovamos nossas intenções de felicidade. Mas será que intenção é o suficiente para viver melhor e mais feliz? O desejo de mudança não é suficiente para provocar a mudança. Há um caminho a ser percorrido e ele começa com o autoconhecimento. Apenas quando nos voltamos para nós, somos capazes de assumirmos nosso papel diante da vida. Afinal, não temos controle sobre todas as coisas que acontecem em nossa vida, porém é nossa responsabilidade decidir como agir a partir dos fatos vivenciados.

O ritmo de vida contemporâneo facilmente nos acelera e nos projeta para fora de nós mesmos. Vivemos contrastes, aliás, nossa sociedade está repleta deles, ao mesmo tempo, que melhoram as condições materiais, que há um crescente acesso aos recursos tecnológicos, a formação acadêmica, a atenção à saúde, entre outros inúmeros avanços. Será que toda gama de benefícios disponíveis tem nos possibilitado sermos mais felizes? As tecnologias que tantos recursos nos trazem, além de nos aproximarem fisicamente, também estão conseguindo nos aproximar emocionalmente? O maior preparo acadêmico também tem possibilitado maior preparo emocional? E no campo da saúde, diante de tantos recursos, como nunca antes na história, estamos revertendo o que dispomos em melhores condições de promoção da saúde e prevenção de doenças? Qual o motivo para justificar os crescentes índices de adoecimento, sobretudo psíquico? Casos de depressão, ansiedade, suicídio entre tantas outras doenças e sintomas, muitas vezes não diagnosticados, ou vivenciados silenciosamente.

Mais do que o acesso, o diferencial está na educação para melhorarmos a relação com o que dispomos. A forma como usamos os recursos impacta no resultado. Diante de tantas possibilidades, aumenta a necessidade de fazer escolhas, de ter clareza e discernimento para priorizar o que faz mais sentido em nossa vida, gera os resultados almejados e agrega valor. Portanto, a educação que contempla somente as competências técnicas, peca ao negligenciar a educação da emoção, para ser feliz, não basta ser brilhante tecnicamente é necessário ter autoconhecimento, saber gerir conflitos, ter flexibilidade, resiliência, suportar frustrações. Mais do que os acontecimentos externos, são os recursos internos, a maturidade emocional, as habilidades e competências pessoais os requisitos fundamentais para cultivar a felicidade e aprender a ser feliz.

De um modo geral, os fatos são neutros, somos nós que os interpretamos e damos conotação positiva ou negativa de acordo com nossas emoções. Quando ampliamos nossos níveis de consciência, refinamos a capacidade de identificar as emoções que estamos sentindo e a partir disso podemos gerenciá-las. É aprender a sair da superficialidade, das emoções efêmeras, da sensação de bem-estar que logo se vai. Investir em autoconhecimento e elevar os níveis de inteligência emocional aprimora a habilidade para ser feliz, apesar dos desafios. Quem não aprende a fazer muito do pouco, a se encantar com coisas simples do dia a dia, afasta-se da serenidade e aproxima-se da ansiedade.

 

Para ser feliz é preciso preparo emocional!

Viver a vida com qualidade não quer dizer ser perfeito, não chorar nem ter momentos de fragilidade. É aprender a usar cada dor como uma oportunidade para aprender lições, cada erro como uma ocasião para corrigir rotas, cada fracasso como uma chance para ter mais coragem. Nas vitórias, usamos a inteligência emocional para nos abastecermos de alegria, já nos momentos desafiadores, os recursos internos nos permitem aprender com a reflexão, solucionar ou administrar o problema e sair da situação mais fortalecidos e com maior bagagem de aprendizados.

De nada adiantaria torcer para não ter problemas, problemas e desafios fazem parte da vida, mas sim, podemos estar mais bem preparados e com melhores recursos para gerenciar as situações, sobretudo as mais complexas e nos sairmos bem. Essa conquista é fruto do amadurecimento emocional, condição essencial para ser feliz, pois treinamos nossa mente e a munimos de ferramentas para extrairmos aspectos positivo de tudo. É esse o papel do Coaching de Gestão Emocional.

 

O coaching não te dá respostas, te ajuda a pensar!

No processo de Coaching, o Coach (profissional) não te dá respostas, mas te ajuda a pensar. Amadureci emocionalmente?  Consigo assumir responsabilidades? Sei me posicionar? Aprendi a gerenciar meus pensamentos e emoções? A fragilidade emocional em muitos casos está ligada a ausência de uma educação emocional. Mas onde aprendemos a educar nossa emoção? Aí vamos agindo da forma que damos conta, nas tentativas e erros. E muitas vezes adotando comportamentos equivocados. E quanto pode custar uma conduta equivocada?

O mais importante é ter consciência que existem caminhos, em qualquer tempo de vida é possível aprender a educar a emoção, elevar o autoconhecimento, desenvolver habilidade para pensar antes de agir, nos dando condições de melhor avaliar a situação, para sermos assertivos e mais felizes com escolhas feitas. Transformando as experiências boas ou ruins em repertório para viver com mais consciência, sabedoria e felicidade. O Coaching te prepara para isso! Venha conhecer!

 

Fabiane Maria Zat – Coach/Mestre em Psicologia

Membro do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) e Mestre em Psicologia pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Fabiane tem vasta expertise profissional, atuante em várias regiões do país.

 

Informações e agendamento de sessão:

A Coach Ms. Fabiane Maria Zat atende em Ibirubá, na Clínica Compostura, situada na Rua Firmino de Paula, 875. Para maiores informações e agendamento de sessão, entre em contato pelos fones: (54) 3324-3422 e (54) 99119-2712.