Trabalho do Judiciário na Comarca de Tapera obtém reconhecimento do CNJ
13 janeiro 2018 |
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A Vara Judicial da Comarca de Tapera será agraciada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por cumprir as metas no ano que passou. A cerimônia de entrega do Selo Mérito Justiça Gaúcha será entregue na manhã do dia 19, no Fórum da Comarca de Marau.

“Nada melhor do que números para demonstrar a evolução da Comarca de Tapera de 17/03/2015, quando tomei posse e recebi mais de 2.500 processos conclusos (dos 5.920 que estavam em andamento) até o dia 20/12/2017. Nesta data, ficaram aproximadamente 550 processos conclusos de 4.913 que estão em andamento (esqueci do relatório de processos conclusos). No período foram ajuizados 9.876 e extintos 10.884 processos. Isso sem contabilizar os processos eletrônicos”, relatou a Juíza de Direito Marilene Parizotto Campagna.

“Nada disso teria sido possível sem o auxílio de todos os servidores, terceirizados e estagiários! Muito obrigada a todos”, reconheceu a magistrada.

À frente da Comarca de Tapera, a Juíza Marilene é natural de Nonoai (RS) e graduada em Direito pela URI – Frederico Westphalen (2007). Vinda de Santa Bárbara do Sul, em 2015 ela assumiu no município sua segunda comarca. Antes, havia atuado no Ministério Público (MP) e também no Banrisul.

Esta semana, a Juíza Marilene também confirmou que deixará a comunidade, para atuar mais perto de sua família. A decisão do Judiciário será publicada dia 24 de janeiro.

Além de Tapera, também serão homenageadas dia 19 varas de Carazinho, Constantina, Erechim, Getúlio Vargas, Guaporé, Iraí, Marau, Marcelino Ramos, Passo Fundo, Ronda Alta, Santa Bárbara do Sul e Soledade.

  Juíza Marilene Parizotto Campagna

Metas

A meta nº 1 do CNJ objetivava julgar uma quantidade maior de processos de conhecimento do que os distribuídos no ano corrente. Na Justiça do Trabalho, julgar o equivalente a 90% da quantidade de processos de conhecimento distribuídos no ano corrente, com redução proporcional, em cada tribunal, à redução do número de juízes e de servidores cujos cargos não foram repostos.

Já a meta nº 2 do ano era identificar e julgar – até 31/12/2017 – no Superior Tribunal de Justiça, Superior do Trabalho, Justiça Militar da União, Auditorias Militares, Justiça Eleitoral, Estadual, Federal e do Trabalho, Militares Estaduais acima de 90% dos processos desde 2012.