Saúde
Três mudanças de hábitos essenciais para prevenir um câncer
14 janeiro 2020 | Saúde
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Embora o avanço da medicina tenha contribuído para que os números de mortalidade por câncer não cresçam, a melhor forma de prevenir o aparecimento dessa doença está ao alcance de qualquer um e é conhecida há bastante tempo: mudar hábitos.

Na oncologia, a prevenção pode ser dividida entre dois níveis:

  • Primário: no período anterior à doença, em que o indivíduo se protege contra os fatores de riscos;
  • Secundário: em que grupos de risco são rastreados, prevenção, e fazem mais exames médicos do que os demais, que varia de acordo com a idade, o sexo e fatores de risco ao qual ela está exposta.

O Inca (Instituto Nacional do Câncer) considera como principais fatores de risco para o câncer: tabagismo, alcoolismo, hábitos alimentares, radiações provenientes do sol, contato com os agentes infecciosos e a poluição do ambiente geral.

Pensando na prevenção primária, destacamos três medidas básicas para a prevenção da maioria dos cânceres:

  • Parar de fumar;
  • Iniciar uma atividade física de pelo menos 150 minutos por semana;
  • Eliminar a obesidade, principalmente nas mulheres (a cirurgia bariátrica está associada a 60% dos casos de redução de morte por câncer em seis anos).

É na população que ainda apresenta esses fatores de risco que devem ser realizados exames no intuito de diagnosticar rápido a doença e diminuir não apenas a mortalidade, mas também a morbidade no tratamento. Quanto mais avançado o câncer está, maior a chance de ele não ter cura. Mais agressivo será o tratamento e mais sequelas a pessoa poderá ter, o que aumenta a morbidade.

Outro ponto que as pessoas devem considerar quando o assunto é prevenção é a pesquisa na internet. Muitos pacientes apenas leem sobre certos sintomas que estão sentindo no momento e logo se desesperam pensando que estão com uma doença mais séria. A pesquisa na internet nem sempre acontece em locais adequados e atualizados. A própria pessoa pode não conseguir fazer a interpretação correta, logo, o melhor é ouvir a opinião do profissional e tentar esclarecer todas as dúvidas sobre o seu diagnóstico, estádio e procurar um planejamento terapêutico adequado.