Grupo “Meninas da Sede” engaja-se na campanha Lacre do Bem
1 novembro 2021 |
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A Campanha Lacre do Bem surgiu, “depois de vermos essa mesma iniciativa em Belo Horizonte, em que a menina Júlia Macedo, de apenas 11 anos na época, teve a ideia, e foi muito bem sucedida”, ressaltam as integrantes do grupo.

Em 2013, surgiu a ideia do grupo de jantares Meninas da Sede. “Como normalmente acontece com as várias turmas de amigas e amigos que temos em nossa cidade – o que realmente é maravilhoso e saudável -, nos juntamos para conversar, rir, brincar, e assim é semanalmente até hoje. É um lazer sadio que fortalece os laços de amizade”, relatam.

Atualmente, o grupo de amigas é formado por Délcia Maldaner, Edina Dallanora, Graziela Zancanaro, Janice Machiavelli, Jussara Gengnagel, Liciene Maria Ciprandi, Maria Jussara Salvadori,  Márcia Elvira Lopes, Patrícia Mariani e Sirlene Zanatta Martins, todas empenhadas nesse projeto.

A comunidade taperense apoia fortemente o grupo e o Lacre do Bem na arrecadação, bem como a colaboração de Rogério Pinheiro, o Pinha, e da TW Transportes, que auxilia com transporte gratuito, tanto no envio dos lacres a Porto Alegre como na entrega da Cadeira de Rodas, procedimento que não envolve valor algum, e sim, apenas a entrega dos lacres em troca da cadeira de rodas.

A primeira cadeira de rodas foi entregue para o Hospital Roque Gonzales, de Tapera, em 2016. A segunda foi para o Lar do Idoso José e Rosalina Koehler em 2018. Já a terceira foi para a Secretaria de Saúde de Lagoa dos Três Cantos, em 2018, que colaborou com lacres naquela ocasião e, hoje, desenvolve o próprio projeto). A quarta cadeira foi entregue no CRAS de Tapera em 2019, e a quinta, neste ano, sendo destinada a uma pessoa da comunidade que possuía necessidade imediata.

Os lacres podem ser entregues na ACIT, na padaria Dona Elza e na JP Materiais de Construção.

No início, eram necessário 90 kg de lacres, o que equivalia a 180 litrões preenchidos com lacres. Hoje, são necessário, 130 kg, ou seja, quase 436 mil lacres.

“O que importa é que, além de estarmos contribuindo com o meio ambiente, evitando de colocar algo que fatalmente iria para o lixo, conseguimos contribuir com a sociedade com um bem tão necessário que pode fazer muita diferença em algum momento da vida das pessoas. E não importa a quantidade que cada pessoa possa reunir: o pouquinho que cada um nos dá se transforma no ‘tantão’ que é necessário. Só temos orgulho e gratidão por a nossa comunidade ser sempre tão unida e disposta a colaborar quando a causa é nobre”, conclui uma representante do grupo.