Selbach se destaca na 51ª Ciranda Cultural de Prendas e o 33º Entrevero Cultural de Peões em Ibirubá
21 setembro 2021 |
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A 51ª Ciranda Cultural de Prendas e o 33º Entrevero Cultural de Peões foram realizados na cidade de Ibirubá no dia 7, feriado nacional de Independência do Brasil. A programação iniciou-se às 8 horas da manhã, com recepção e café aos convidados.

Selbach foi um dos municípios que se destacou no evento. Representantes do CTG Estância do Imigrante conquistaram títulos, e com muito orgulho, levarão o tradicionalismo consigo e representarão o município e a entidade em eventos futuros.

Theodora Loriane Lampert Padilha, 23 anos, 3ª Prenda da 9ª RT

Iniciou no tradicionalismo em 2012, na Invernada Juvenil do CTG Estância do Imigrante. Entretanto, ingressou no Departamento Cultural por meio dos concursos de peões e prendas em 2013, “onde percebi uma forma muito eficiente de fazer a diferença na sociedade”, diz Theodora.

Em função da pandemia de covid-19, a 51ª Ciranda Cultural de Prendas – Regional foi realizada num formato diferente e limitado, visando atender os protocolos sanitários. Então, o concurso contou apenas com a prova escrita. Por isso, os dias que antecederam a avaliação foram de muito estudo e preparação.

Quando Theodora recebeu o resultado, segundo ela, sentiu-se muito surpresa, fico muito feliz com a oportunidade de representar a 9ª Região Tradicionalista, o CTG Estância do Imigrante e o município de Selbach.

“Ser prenda me permitiu evoluir enquanto pessoa e me possibilitou colocar em prática muitos projetos sociais e culturais que são importantes na nossa sociedade tão necessitada de boas ações. Nele, conquistei espaço para representar a juventude tradicionalista, que é o passado, o presente e o futuro do Movimento Organizado, pois nós, jovens, buscamos seguir o exemplo dos jovens líderes e idealizadores do tradicionalismo, os jovens de 1947, e servimos de espelho às futuras gerações. Ser prenda me possibilita trabalhar em prol do fortalecimento do tradicionalismo, através da criação de elos com a sociedade”, diz a tradicionalista.

Theodora conclui dizendo que “acima de cargos, títulos e faixas, existe a identidade de tradicionalista, que deixa marcas muito positivas na nossa sociedade em prol da nossa cultura. Nosso Movimento é sustentado por sentimentos. Sentimentos e gestos de amizade, gratidão, emoção e reconhecimento. Os títulos se vão, mas o amor pela tradição e as boas marcas deixadas pelos amigos permanecem sempre”.