Vigilância Sanitária mira a dengue como foco de combate
13 outubro 2021 |
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O serviço de vigilância sanitária é muito importante para o município. Fazem parte da equipe Dinorá Kroth, fiscal municipal,

Eliane Hanzen, agente de endemias, Caren da Silva, responsável pelo VIGIÁGUA, Aline Oliveira e Rosane Spezia, dos Pontos Estratégicos e Dengue.

Os trabalhos, que são realizados em interligação de grupos, como os ambientais e veterinários, contemplam pontos importantes: a prevenção à dengue, a fiscalização da limpeza de poços artesianos e a eliminação de pragas e animais potencialmente perigosos para a higiene, como ratos, dentre outros aspectos.

Em relação às denúncias, um dos últimos casos atendidos foi uma infestação desses roedores no Bairro Elisa, em Tapera. Isso aconteceu devido a um morador que saiu de sua residência e deixou lixo acumulado. Conforme a vigilância, neste caso, não foi negligência da comunidade. Um outro morador contatou a vigilância sanitária, que o orientou e encaminhou para o setor do Meio Ambiente. A situação foi averiguada e o local continua em monitoramento, sendo também disponibilizado veneno para ratos.

Outra preocupação é a questão das piscinas, pois no inverno, as pessoas “relaxam” em relação à limpeza.

O trabalho da vigilância sanitária é diário com vistoria. Já de dois em dois meses, acontecem visitas em toda a cidade, através de ciclos. Essas vistorias acontecem nos supermercados, restaurantes, salões de beleza, clubes e associações, principalmente agora, em função da covid-19.

Também há a questão dos alvarás, em que é feito acompanhamento para que esteja tudo dentro da normalidade, e do cemitério municipal de Tapera, onde é preciso a colaboração da comunidade para evitar água parada nos vasos de flores.

As principais atividades desenvolvidas atualmente são sobre a dengue, e estão sendo confeccionados materiais para serem distribuídos ao município. Foi idealizada, também, a “maquete da dengue”, evidenciando os pontos da cidade vulneráveis ao mosquito. Os agentes fornecem explicações e orientações às escolas e às demais pessoas da comunidade com o objetivo de promover a conscientização sobre os perigos e cuidados, além de alertar para as maneiras de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, transmissor não só da dengue, mas também da febre amarela, da chikungunya e da zika.

Como mensagem final, a equipe de vigilância sanitária afirma que “se nós unirmos a administração pública e a comunidade, estaremos protegidos e mais seguros”.