Ibirubá
Conheça as histórias dos pets Negão, Valente e Bel
Eles foram adotados e juntos alegram a vida de seus tutores
18 setembro 2021 | Ibirubá
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Meu Pet no VR

Preparados para conhecer a história de três pets que foram adotados? São histórias lindas, que com certeza emocionarão você,amigo leitor. Então, conheça um pouco mais do gatinho Negão e dos cães Valente e Bel.

A gente começa relatando a vida de felino de Negão, que segundo seus tutores, o casal Emanuele e Rodrigo Marques, foi adotadodepois que um vizinho se mudou e o deixou naquela residência. Por amar demais os animais, o casal começou a tratar o gatinhoabandonado, e embora, posteriormente, precisassem mudar de residência, Emanuele retornava à casa onde estava Negão para alimentá-lo, além de trazê-lo para o novo lar do casal. Porém, o felino fugia e voltava para sua casa original, e com isso, decidiram não mais tentar fazê-lo ficar no novo espaço. Ele, porém, esperto que só,em uma bela noite, miou na porta do casal pedindo comida. Imediatamente, foi colocado para dentro da casa, da qual nunca mais saiu.

“Oi gente, eu sou o Negão! Esse foi o resumo da minha vida, e assim como eu,muitos gatinhos são abandonados em casas, nos matos, achando que a gente sobrevive, mas isso não é verdade. Eu tive a sorte de ser adotado por alguém que me ama, e por isso, amigos, eu peço: não nos abandonem!A gente não tem sete vidas”, como reza a lenda, e aos meus tutores, eu sou eternamente grato por tudo. Miados de amor para vocês!

A segunda história é de um cão que honra o nome que recebeu de seus tutores: Valente, que desde pequeno, lutou para viver, e hoje, tem a vida que todo pet que foi abandonado e adotado merece, repleta de amor e carinho.

Segundo seu tutor, Rodrigo, o Valente tem este nome porque sua mãe foi abandonada prenha em uma mata perto da casa dele, e acabou parindo no local. Ao ouvir um choramingar, Rodrigo e sua esposa,Emanueli, buscaram a origem do choro, e quando o encontraram, tiveram uma surpresa que, para eles, foi “terrível”:Valente era um bebê, estava em um buracoe provavelmente não sobreviveria se ninguém o salvasse. O casal levou-o para casa, deu boa alimentação, um lar digno e muito amor e carinho. Hoje, já são três anos de felicidades com o cãozinho.

“Olá amigos, eu sou o Valente, um viralatinha que sofreu muito quando pequeno. Assim como eu já passei por isso, muitos outros ainda sofrem com maldades humanas, mas isso não deveria acometer. Agente não veio ao mundo para ser largado em uma mata. Estamos aqui para oferecer e ser amor, e graças a Deus, eu tenho um bom lar, com excelentes tutores, os quais amo demais, e cada lambida que dou neles éuma forma de agradecer pela minha adoção. Por isso, eu digo: adotem, e não abandoem animais. Além de um crime, é muita crueldade.”

A terceira e última história é de Bel, uma cadelinha que também é adotada. Elasempre teve um bom lar e ganhava carinho e atenção, mas o destino quis que seu tutor fosse para outro plano. Com isso, ela ficou sem um lar, mas por pouquíssimo tempo, pois Emanueli e Rodrigo também a adotaram.

Conforme ele explica, Bel estava aos cuidados da ONG Mi Au Juda, de Ibirubá, e ao saber que, no canil, existia uma cachorrinha parecida com uma que elescuidavam antigamente, decidiram adotá-la e dar a ela um novo lar com tudo o que merece, incluindo irmãos pets.

“Oi, eu sou a Bel! Vim aqui agradecer a esses tutores lindos e queridos que tenho. São graças a eles que eu tenho um lar, uma cama quentinha, comida e irmãos pets. Obrigada por adotar não só a mim, mas todos os outros membros da nossa família. Vocês não fazem ideia do quanto são especiais pra mim, para o Valente e para o Negão. Queira o mundo que existam mais Rodrigos e Emanuelis no mundo, pois assim, não existiriam maus tratos aos animais. Obrigada, e lambeijos para todos!