Ibirubá
Unimed Alto Jacuí atenta aos casos de Covid-19 e gripe
Assim como há dois anos, cooperativa mobiliza equipes e estruturas para, se necessário, responder prontamente a um eventual aumento na demanda por atendimento
14 janeiro 2022 | Ibirubá
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O avanço mundial da variante ômicron do novo coronavírus, junto com a ocorrência simultânea de casos de gripe, voltou a sobrecarregar os sistemas públicos e privados de saúde nas maiores cidades do Brasil, mesmo que na região do Alto Jacuí a situação ainda seja de relativa normalidade nesse quesito. Atento ao avanço dessas doenças, a Unimed Alto Jacuí/RS segue estruturada para um eventual aumento na demanda por cuidados com a mobilização de suas equipes, especialmente nos setores de atendimento, autorizações e remoções aeroterrestres.

 

De acordo com o presidente Dr. Oromar Vasconcelos Suertegaray, a cooperativa médica já demonstrou sua capacidade de resposta rápida nos momentos mais críticos da pandemia. “Desde 2020, além de realizar investimentos estruturantes como a aquisição de uma nova ambulância UTI, contribuímos com os hospitais e profissionais de saúde da nossa rede de atendimento, bem como as prefeituras locais, através de parcerias em remoções. Com a chegada da ômicron e de olho nos casos de gripe, estamos de novo agindo para fazer frente ao aumento momentâneo da demanda”, afirma.

 

Como se prevenir e o que fazer em caso de sintomas gripais

 

Quanto à prevenção, a principal recomendação é completar o esquema vacinal para a Covid-19, incluindo a dose de reforço, pois os estudos já comprovam uma redução significativa no risco para as formas graves da doença, necessidade de hospitalização e morte. Por isso, os sistemas de saúde ainda não enfrentam pressão por leitos e terapia intensiva, como se viu nas ondas anteriores.

 

Além da vacinação, o uso correto da máscara (cobrindo completamente o nariz e a boca), a higienização frequente das mãos e o distanciamento, evitando-se as aglomerações, ainda são medidas essenciais para prevenir as duas doenças. Foi o relaxamento dessas medidas que resultou na infecção por covid de uma beneficiária Unimed, com idade de 40 anos, que solicitou anonimato. “Acredito que peguei o Covid-19 nas férias com amigos, onde nos aglomeramos e não usamos máscara. Logo depois, fiquei com dor de garganta, tosse e perdi o olfato. Não me senti muito mal, achei que era um resfriado. Mas aprendi a lição: agora depois do isolamento, voltei a usar a máscara, álcool em gel e faço distanciamento”, explicou.

 

Os sintomas mais frequentes da variante ômicron se assemelham aos da gripe, sobretudo entre as pessoas que já estão completamente vacinadas. “É muito importante que as pessoas monitorem a evolução dos sintomas gripais antes de se dirigirem ao hospital”, alerta Suertegaray. Esse cuidado evita a exposição desnecessária a riscos no hospital e preserva a capacidade de atendimento para os casos mais graves, que de fato requerem uma estrutura especializada.

 

Segundo o dirigente, aos primeiros sinais (como dor de garganta ou de cabeça, febre súbita, tosse, coriza, congestão nasal, mal-estar e dores pelo corpo), a orientação é adotar o isolamento social, mantendo o uso constante da máscara e as demais medidas para evitar a transmissão a outras pessoas. Repousar, manter a hidratação e uma boa alimentação contribui para a recuperação. Caso seja necessário buscar assistência, a primeira opção é consultar o médico de referência e seguir as recomendações. A orientação de fazer o isolamento e observar a evolução também vale para quem testou positivo para Covid-19 ou gripe e não apresenta sintomas.

 

“Em situações em que houver uma piora do quadro, com falta de ar, dor persistente ou pressão no peito, febre alta e persistente, unhas, lábios ou pele pálida, cinza ou azulada, com cansaço acentuado, ou confusão mental que se inicie junto com os demais sintomas, a indicação é buscar o pronto-atendimento presencial”, esclarece Oromar.